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Sexta-feira, 28 de Setembro de 2007

Indicadores do estado de saúde duma população

Taxa de mortalidade infantil (TMI)

 

            A Mortalidade infantil consiste no óbito de crianças durante o seu primeiro ano de vida. A Taxa de Mortalidade Infantil é o número de óbitos de crianças com idades inferior a 1 ano a dividir por 1000 nascimentos.

A mortalidade elevada deve-se:

  • Deficiente assistência médica;
  • Baixo nível sanitário;
  • Escassez de alimentos e fome;
  • Catástrofes naturais e epidemias.

 

Nos países em que a taxa de mortalidade é baixa deve-se:

  • Boa assistência médica;
  • Boas condições sanitárias;
  • Boa alimentação;
  • Elevado nível de vida das populações.

 

Fig. 1 Número anual de mortes de crianças com menos de 1 ano por 1000 nascimentos

 

Fig. 2 Taxa de mortalidade infantil a nível mundial

 

 

Link: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_pa%C3%ADses_por_%C3%ADndice_de_mortalidade_infantil

 

Fig.3 Taxa de mortalidade infantil segundo as regiões portuguesas

Fig. 4 Taxa de mortalidade infantil Em França

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fig. 5 Taxa de mortalidade infantil em Moçambique

 

Esperança média de vida

 

Estaremos programados para morrer em determinada idade?

Há alguns anos os jornais publicavam histórias a «cerca de lugares remotos em que as pessoas atingiam os 150 anos. Embora esteja documentada uma idade de 115 anos, poucas pessoas ultrapassam os 85. Este facto sugere que os seres humanos estarão programados para envelhecer e morrer em determinada altura e que os genes poderão ser portadores de instruções par deixarem de activar a partir de determinado momento. Mas pode perguntar-se, não é verdade que a ciência moderna conseguiu prolongar a vida humana, mostrando assim que é o ambiente, e não a hereditariedade, que determina o tempo de vida? Na realidade, não.  O limite superior de cerca de 85 anos tem-se mantido ao longo da História. Os progressos da Medicina aumentaram a esperança média de vida, não o período máximo de vida, isto é, as crianças que nascem hoje em dia têm mais probabilidades de ultrapassar a infância e a sobreviver a acidentes e infecções do que as que tenham nascido no passado, mas não têm maiores probabilidades do que as outras de sobreviver para além dos 85 anos.”

In ABC do Corpo Humano

 

            A esperança média de vida são o número de anos que uma pessoa tem probalidade de viver, a partir do momento em que nasce.

 Fig. 6 Esperança média de vida a nível mundial

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fig.7 Esperança média de vida m Portugal por sexos

 

 

Taxa de doenças infecciosas

 

Curiosidade

“ Doenças infecciosas e doenças contagiosas são o mesmo?

Muitas pessoas usam indiferentemente as palavras “infeccioso” e “contagioso”, o que é incorrecto. Dos dois termos, infeccioso é o mais amplo: aplica-se a todas as doenças que podem ser transmitidas, sejam por animais ou indivíduos infectados, seja por alimentos, água ou objectos contaminados. Contagioso é uma palavra de conceito mais restrito, aplicada unicamente às doenças que se propagam directamente de pessoa para pessoa. Ambos são causados por microorganismos, ou seja, germes. As doenças que não são causadas por estes agentes não são transmissíveis.”

In ABC do Corpo Humano

           

Uma doença infecciosa é uma doença resultante da presença de um organismo patogénicos no corpo e a ciência que estuda isto é a Infecciologia.

 

Existem dois tipos de doenças infecciosas: as que se podem prevenir através da vacina e as doenças que não se podem prevenir.

 

 

 

Doenças infecciosas

 

 


  Que se podem prevenir                              Que não têm prevenção

                    com vacina

 

     • Raiva                                                     •Ebola(infecciosa aguda)                 • Hepatite ( A e B)                                               •Sida

• Tuberculose

 

 

 

Raiva

Doença infecciosa aguda(evolução rápida) de mamíferos de sangue quente, sobretudo carnívoros. A raiva tem sido detestada em animais silvestres, sobretudo morcegos e raposas, cães e gatos. São os animais domésticos particularmente suscetíveis. A raiva caracteriza-se pelo envolvimento do sistema nervoso central resultando em paralesia e, finalmente, na morte de individuo infectado. A raiva pode ser transmitida ao homem através da mordedura de um animal raivoso.

 

Sintoma: Dor no local da mordida ficando sensível a mudanças de temperatura. A pessoa demonstra um comportamento inquieto e anormal e convulsões podem ser causadas por estimular sensivos.

 

Etiologia: (estudo das causas da doença): vírus que ataca o sistema nervoso central presente na saliva dos animais raivosos.

 

Diagnóstico: Não existe teste disponível para o diagnóstico antes do início da doença clínica, mas existem testes para pacientes com sinais da mesma.

 

Prevenção: Vacina anti-rotoica.

Tratamento: Administração imediata da globulina (grupo de proteínas) imune anti-rabica ou da vacina.

 

Hepatite – Inflamação do fígado

Tipos de hepatite (os mais frequentes)

 

 


A                                            B

- Incubação 15 a 50 dias, com - 2 sem , a 6 meses com média de 60 a 90 média de 28 a 30 a

 

A.

Aparecimento: agudo

Idade dos pacientes: crianças, adultos jovens

Transmissão: Via fecal – oral; interpessoal, pela água ou alimentos contaminados

Gravidade: Branda   

Prevenção: Educação pública sob como conseguir boas condições sanitárias e de higiene pessoal. Mãos lavadas; viagens para locais autamenteerdenicas. 

 

B.

Aparecimento: lento

Idade: qualquer idade

Transmissão: derivado do soro e de contactos com líquidos

Gravidade: pode ser brando mas em alguns casos pode progredir rapidamente.

Prevenção: vacina por via intramuscular em 3 dozes.Tuberculose 

 

A tuberculose é uma doença infecciosa causada por um micróbio chamado “bacilo de Koch”. É uma doença contagiosa, que se transmite de pessoa para pessoa e que atinge sobretudo os pulmões. Pode também atingir outros órgãos e outras partes do nosso corpo, como os gânglios, os rins, os ossos, os intestinos e as meninges.

 

 

 Bacilos- Género de bactéria

 

Transmissão:

- Contacto com pessoa infectada

- Contacto com bovino infectado

- Consumo de leite contaminado

 

Tuberculose

 

Tuberculose                         Generalidade aguda

 

                                   Localizada crónica

Como se trata?

Quando alguém adoece por causa do micróbio da tuberculose e fica tuberculoso, o tratamento consiste na combinação de três medicamentos: rifampicina, isoniazida e pirazinamida. Este tratamento dura cerca de seis meses e deve ser sempre acompanhado pelo médico de família do seu centro de saúde.

 

Ebola

A febre hemorrágica ebola (FHE) é uma doença infecciosa grave muito rara, frequentemente fatal, causada pelo vírus ebola. Ao contrário dos relatos de ficção é apenas moderadamente contagioso. Ele foi identificado pela primeira vez em 1976 no Zaire, perto do Rio ebola, e acabou servindo de nome para o vírus. E considerando por muitos o mais perigoso vírus que a humanidade tem conhecimento.

Modo de Transmissão: as formas principais de transmissão são: seringas e agulhas reutilizadas, pessoa a pessoa através de contacto íntimo com doentes graves, contacto sexual e casos secundários foram observados entre profissionais de saúde e membros da família que cuidavam de doentes. Contacto com indivíduos infectados mas que apresentam poucos ou nenhum sintoma, isto é, que não apresentam a forma hemorrágica, parece não resultar em transmissão. O mesmo se pode afirmar para pacientes em fase de recuperação, embora nestes casos tenha possibilidade de transmissão sexual nesta fase. Nos EUA foi observada uma epizootia entre macacos importados das Filipinas em 1989 (Ebola Reston), cujo o modo de transmissão foi por via respiratória, ocasião em que alguns tratadores dos animais foram infectados de forma assintomática.

 

Tratamento: Não existe tratamento.

 

Sida

Abreviatura de síndrome de imunodeficiência adquirida. Doença muito grave provocada por um vírus. (VIH-Vírus Imunodeficiência Humanas), que destrói as defesas imunitárias do organismo. A transmissão acontece de três formas: relações sexuais; contacto com sangue infectado; de mãe para filho, durante a gravidez ou o parto e pela amamentação. A SIDA provoca ainda perturbações como perda de peso, tumores no cérebro e outros problemas de saúde que, sem tratamento, podem levar à morte. Esta síndrome manifesta-se e evolui de modo diferente de pessoa para pessoa. Para prevenir a sida precisamos sempre de usar preservativo nas relações sexuais, não partilhar agulhas, seringas, material usado na preparação de drogas injectáveis e objectos cortantes (agulhas de acupunctura, instrumentos para fazer tatuagens e piercings, de cabeleireiro, manicura).

A gravidez na adolescência e a gravidez vigiada

A gravidez na adolescência tem sérias implicações biológicas, familiares, emocionais e económicas, além das jurídico-sociais, que atingem o indivíduo isoladamente e a sociedade como um todo, limitando ou mesmo adiando as possibilidades de desenvolvimento e engajamento dessas jovens na sociedade. Devido às repercussões sobre a mãe e sobre o concepto é considerada gestação de alto risco pela Organização Mundial da Saúde, porém, actualmente postula-se que o risco seja mais social do que biológico.

A actividade sexual na adolescência vem se iniciando cada vez mais precocemente, com consequências indesejáveis imediatas como o aumento da frequência de doenças sexualmente transmissíveis (DST) nessa faixa etária; e gravidez, muitas vezes também indesejável e que por isso, pode terminar em aborto. Quando a actividade sexual tem como resultante a gravidez, gera consequências tardias e a longo prazo, tanto para a adolescente quanto para o recém-nascido. A adolescente poderá apresentar problemas de crescimento e desenvolvimento, emocionais e comportamentais, educacionais e de aprendizado, além de complicações da gravidez e problemas de parto. Há inclusive quem considere a gravidez na adolescência como complicação da actividade sexual.

Factores que conduzem à gravidez na adolescência

Factores biológicos

-Susceptibilidade da zona genital feminina às infecções

-Raça/etnia

Factores sócio culturais

- Pobreza

-Crenças sobre o papel da mulher

-Crenças sobre o comportamento sexual

- Falta de informação sobre o VIH/SIDA

Factores Relacionais

- Ambiente familiar disfuncional

-Baixa qualidade das relações familiares (comunicação, supervisão)

-Forma de relacionamento com os pares

-Forma de relacionamento com o sexo oposto

-Escolha do parceiro amoroso

-Número de parceiros sexuais

Utilização do preservativo

 

Factores Psicológicos (cognitivos ,comportamentais, emocionais)

 -Ínício precoce da actividade sexual

-Abuso de álcool e drogas

-Delinquência

-Dificuldade em aceder ao raciocínio formal

Trabalho realizado por:

Daniel Fragoso, n.º 8

David Domingos, n.º 10

Hugo Góis, n.º 12

Joana Teixeira, n.º 14

                     

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por EscolaJNJ às 22:10

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