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Sábado, 13 de Outubro de 2007

Diabetes Tipo 1

 

O que é a Diabetes Tipo 1?
 
A diabetes Tipo 1 é uma doença auto-imune caracterizada pela destruição das células produtoras de insulina. Isso acontece por engano, porque o organismo identifica-as como corpos estranhos. A sua ação é uma resposta auto-imune.

Como pode surgir?
 
A diabetes Tipo 1 surge quando o organismo deixa de produzir insulina (ou produz em pequenas quantidades insuficientes ao organismo.) Quando isso acontece, é necessário tomar insulina para viver e manter-se saudável. As pessoas afectadas precisam de injeções diárias de insulina para regularizar o metabolismo do açúcar. Sem insulina, a glicose não consegue chegar até às células, que precisam dela para queimar e transformá-la em energia. As altas taxas de glicose acumulada no sangue, com o passar do tempo, podem afetar os olhos, rins, nervos ou coração.

Como é que a Diabetes Tipo 1 se comporta no Organismo?
 
A maioria das pessoas com diabetes Tipo 1 desenvolve grandes quantidades de auto-anticorpos, que circulam na corrente sanguínea algum tempo antes da doença ser diagnosticada. Os anticorpos são proteínas geradas no organismo para destruir germes ou vírus. Auto-anticorpos são anticorpos com “mau comportamento”, ou seja, eles atacam os próprios tecidos do corpo de uma pessoa. Nos casos de diabetes Tipo 1, os auto-anticorpos podem atacar as células que a produzem.

Quais as causas do seu desenvolvimento?
 
Não se sabe ao certo por que as pessoas desenvolvem a diabetes Tipo 1. Sabe-se que há casos em que algumas pessoas nascem com genes que as predispõem à doença. Mas outras têm os mesmos genes e não têm diabetes. Pode ser algo próprio do organismo, ou uma causa externa, como por exemplo, uma perda emocional. Ou também alguma agressão por determinados tipos de vírus como o cocsaquie. Outro dado é que, no geral, é mais frequente em pessoas com menos de 35 anos, mas deve-se lembrar que ela pode surgir em qualquer idade.
 
Sintomas
 
Pessoas com níveis altos ou mal controlados de glicose no sangue podem apresentar:

• Vontade de urinar diversas vezes;
• Fome frequente;
• Sede constante;
• Perda de peso;
• Fraqueza;
• Fadiga;
• Nervosismo;
• Mudanças de humor;
• Náusea;
• Vómito
 

Complicações associadas à diabetes
  • Retinopatia - lesão da retina;
  • Nefropatia - lesão renal;
  • Neuropatia - lesão nos nervos do organismo;
  • Macroangiopatia - doença coronária, cerebral e dos membros inferiores;
  • Hipertensão arterial;
  • Hipoglicemia - baixa do açúcar no sangue;
  • Hiperglicemia - nível elevado de açúcar no sangue;
  • Lípidos no sangue - gorduras no sangue;
  • Pé diabético - arteriopatia, neuropatia;
  • Doenças cardiovasculares - angina de peito, ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais;
  • Obstrução arterial periférica - perturbação da circulação, por exemplo nas pernas e nos pés;
  • Disfunção e impotência sexual - a primeira manifesta-se de diferentes formas em ambos os sexos;
  • Infecções diversas e persistentes - boca e gengivas, infecções urinárias, infecções das cicatrizes depois das cirurgias
Diabetes tipo II
 
Ao contrário da diabetes tipo I, na Diabetes tipo II o organismo ainda produz insolina, mas em quantidades insuficientes, ou então a insulina produzida não é eficaz. A incidência da doença que pode não ser insulinodependente, em geral, acomete as pessoas depois dos 40 anos de idade.
 
Tratamento
O tipo II não depende da aplicação de insulina e pode ser controlado por medicamentos ministrados por via oral. Geralmente é administrado com exercícios físicos e modificações na dieta. A doença descompensada pode levar ao coma hiperosmolar, uma complicação grave que pode ser fatal. 
 
 
Por estar directamente relacionada com a obesidade manifesta-se sobretudo nos paises desenvolvidos, devido às características da alimentação, mas existem evidências de que este padrão será seguido no resto do mundo nos próximos anos.
Trabalho Realizado por:
- Alice Rosmaninho nº1
- Inês Júlio nº13
- João Assunção nº15
- Margarida Morais nº16

 

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publicado por EscolaJNJ às 18:48

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